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Mostrando postagens de Novembro, 2020
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  Oi pessoal, ficou pronta a capa do meu quinto livro que será lançado em 2021 junto com mais dois títulos. A minha meta é fechar 2023 com 15 temas, faltam 10. Esse exemplar em especial fará parte do meu curso online que será lançado também em 2021. Eu vou emergir de cabeça no passado e trabalhar para detalhar todos os passos que percorri na construção de todas as minhas empresas, incluindo as duas grandes redes de franqueados, as maiores do país em seus setores. Acredito que este curso ajudará muita gente que não sabe por onde começar a empreender. O meu propósito principal é educar, preparar, e transformar, pois acredito que estas sejam as palavras de ordem hoje no Brasil. Assim que o curso for lançado eu aviso. Tessarini

Você não é milionário porque não quer

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A importância da leitura

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- Em 1996, até onde eu me lembro, eu li apenas alguns livros que obrigavam a gente ler na escola. - Em 2001 quando eu quebrei a empresa pela primeira vez, e fiquei devendo perto de quatro milhões de reais, eu percebi que faltou algo a mais para segurar o tranco, mas não tinha a mínima ideia do que seria. - Em 2002 entendi que faltou conhecimento, mas eu já tinha 30 anos, e acreditava que já era tarde para adquirir. - Em 2003, caiu a ficha que poderia adquirir conhecimento através dos livros, e foi ai que a minha vida deu uma virada de 180 graus. - A partir de 2004 eu passei a ler perto de três livros por mês, vários assuntos, em sua grande maioria marketing e negócios, e não parei mais. - Em 2005 quitei a minha dívida, escrevi meu primeiro livro, comecei a dar consultoria para empresas que estavam na mesma situação que eu me encontrava anos anteriores, e bingo!!!! - Em 2006 nasce a minha agência de marketing, onde dali saiu o desenvolvimento da minha primeira rede de franqueados, a Uni

E VOCÊ ACHA QUE EDUCAÇÃO É CARA, EXPERIMENTE A IGNORÂNCIA.

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30 000 000,00 é o valor desta empresa sem ter um funcionário registrado em carteira

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Estratégia WASE esse é o segredo para faturar milhões

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VOCÊ NÃO PODE EVITAR OS PROBLEMAS QUE BATEM A SUA PORTA.

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A publicidade é dama, a estratégia é xadrez

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Como é foda empreender no Brasil e chegar lá!

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Deixo aqui, e nos próximos capítulos abaixo, uma cópia fiel do meu terceiro livro! Boa leitura! "Eu, meus vários fracassos e minhas muitas vitórias TESSARINI JR.'' 25 ANOS DE HISTÓRIAS EM ALGUMAS PÁGINAS Tessarini, com muita garra e resiliência, conta a sua árdua trajetória e a história de como tomou a louca decisão de empreender em um país que é contra o empreendedorismo.

Eu, meus vários fracassos e minhas muitas vitórias

 Eu, meus vários fracassos e minhas muitas vitórias. Antes de iniciarmos quero me apresentar e contar um pouco de onde eu venho e como fiz para chegar onde estou hoje. Me chamo José Roberto Tessarini Junior, para os amigos e clientes, “Tessa”, para a minha mãe e pai, “Junior”, e para o meu irmão mais novo, “fraca” (apelido carinhoso de fracassado). Sim, eu já fracassei algumas vezes, na verdade muitas, mas muitas mesmo. Nasci no tradicional bairro da Mooca, em São Paulo - capital, um local inspirador, repleto de cultura e uma “italianada” fora de série, de primeira linha. Cursei Direito por algum tempo, mas optei por investir no meu sonho. Sou juventino da Mooca e corintiano sofredor, nem tanto ultimamente. Não curto política! Faço 48 anos em novembro de 2020 e me sinto completamente realizado, tanto no trabalho quanto em família. Sim, tenho o trabalho e a família que sonhei, posso me considerar um cara de muita sorte. Mas nem sempre foi assim... O sonho de ser empresário, o qual busco

1992. Ano em que passei o primeiro grande período de tensão e aprendizado

 Após ter sido demitido do banco (em 1992), passei por momentos de tensão que só fazem a gente crescer e enxergar o que poucas pessoas conseguem ver: as oportunidades. O país estava uma loucura: alteração na moeda, presidente deposto e outras coisas mais que a nossa política nos presenteia de época em época. Por meio de minha demissão percebi que havia um mercado no qual se comprava e vendia linhas telefônicas e ações da antiga estatal TELESP, de São Paulo. Com minha rescisão do banco resolvi estudar o mercado e apostar neste segmento. Procurei um consultor e fui instruído a abrir uma empresa e filiar-me ao órgão que regulamentava o setor, fui em frente! Foram meses de negociações diárias, num mercado muito louco e dinâmico, que me rendeu uma boa experiência e algum dinheiro. Foi então que tive a minha primeira ideia: criar uma empresa de gestão de fundos – mais ou menos isto, pela qual eu administraria a verba de algumas pessoas investidoras e, através de um método de fila de espera,

1996. Ano memorável: conheci meu amor e tive muitas conquistas e desafios

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 No dia 27 de abril de 1996 aconteceu o melhor acontecimento da minha vida: conheci a Tati em uma balada em São Paulo e ali percebi que a amei logo de imediato, e que seria a minha futura esposa. Uma loucura, pois ela tinha dezesseis anos e eu vinte e três. Por fim, não foi tão insano assim. Na segunda-feira, após a paixão me pegar de jeito, estava cego, completamente deslumbrado, com as “pernas bambas” e fala ofegante. Sabia que, talvez, esse sentimento pudesse atrapalhar os negócios, mas eu estava cego de amor, e quem se sente assim prefere arriscar tudo, inclusive encarar a família dela, já apostando no casório. Voltando à gráfica dos meus amigos, a coisa começou a tomar uma proporção tão grande, em número de pedidos das empresas dos meus amigos e da empresa de papel e de insumo, que ficou insustentável eu conciliar tudo isso com a paixão que me atacou de uma forma tal, que não conseguia mais enxergar outra coisa a não ser: querer vê-la todos os dias. Foi quando, em uma quinta-feira

1997. O ano de um novo ciclo pessoal

 Em 1997, tive contato com uma empresa que tinha acabado de importar uma máquina gráfica digital a laser e estava imprimindo cartões de visita a pronta entrega. Quando vi pela primeira vez não acreditei, mas percebi que poderia operar, pois conhecia o sistema e tinha jeito para o computador. Foi então que as coisas começaram a mudar para mim e para a minha “lindona” Tati. Bom, para ela mudou para pior, mas foi o que fez seguirmos até aqui. A Tati morava na divisa entre o ABC e a cidade de São Paulo e para chegar até lá era preciso ir de carro, pois de ônibus e metrô levava perto de três horas, ida e volta, até a Mooca. Nesse meio tempo, recebi uma verba de um pedido grande que fiz, de impresso para uma multinacional, e resolvi trocar de carro! Vendi o “pau véio” do Prêmio e coloquei toda a verba no banco, juntamente com a última comissão. Tomei o metrô e fui comprar um carro novo em uma concessionária, na Zona Norte de São Paulo. Não sei por que lá, mas o meu destino estava traçado naq

1998. O fortalecimento da empresa caseira e dos sonhos

 Quando fizemos um ano de empresa, início de 1998, finalzinho de janeiro, eu peguei todas as economias e, mesmo com uma vontade enorme de comprar um carro novo, fechei os olhos e comprei uma outra máquina, pois sabia que poderia fazer doze meses de faturamento, em três de operação e, na sequência, comprar o tão sonhado carro, que prometia para a Tati todos os dias. Uma parte da nossa história em comum, é que todo sábado à noite, quando eu levava cerca de quatro horas entre idas e vindas até a casa dela, de ônibus e metrô, olhávamos aqueles carros na rua, indo para a balada, restaurantes, lanchonetes, cinemas, mas eu tinha que voltar rápido para a casa e seguir com o trabalho que rolaria até domingo à noite. E ela sempre ao meu lado, em muitos momentos dormindo em pé, mas firme no salto para não me desanimar. Passados quatro meses que a segunda máquina chegou, eu disse a ela: “Consegui separar uma verba e estou indo comprar um Gol 1982, motor de geladeira, para pelo menos diminuirmos o

1999-2000. Crescei e multiplicai-vos

 Foi em julho de 1999 que resolvi mudar e triplicar o tamanho da empresa. Naquele momento eu estava assinando a minha primeira falência real, cheio de dívidas, processos e outras coisas mais que acontecem com quem “quebra a cara”, o que não consegui perceber a tempo. Alguns meses antes, em maio de 1999, tive contato com um consultor, que me indicou um parque gráfico que estava à venda na cidade de Santo André, divisa com São Paulo. Fui até lá, chequei toda a documentação, fiz vistoria no prédio, nas máquinas e dei a minha oferta para o vendedor. Ela foi aceita e no mês de julho estávamos em um espaço três vezes maior e com capacidade de triplicar a produção. Um ano depois, a coisa estava rodando a “mil por hora”, muitos clientes, pedidos, faturamento alto e custos maiores ainda, estes que até então eu não tinha experiência para analisar de perto e me precaver para qualquer mudança de cenário. Naquele mesmo ano de 2000, marquei meu casamento com a Tati para o ano seguinte: 6 de outubro

2001. As quedas e o aprendizado

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 O ano de 2000 passou sem problema nenhum, mas ao entrarmos em 2001 a atmosfera começou a ficar estranha na empresa. Faturamento em queda, clientes assustados com o rumo da economia e outros detalhes a mais, novamente na política, como a possível eleição de um presidente de esquerda populista. Eu fiquei um pouco assustado, preocupado e sem saber o que fazer, porque até ali a minha vida de empresário não tinha sofrido nenhum arranhão maior do que eu poderia suportar, financeira e emocionalmente. Em maio daquele ano eu resolvi então fazer uma auditoria através de uma empresa terceirizada, pois faturava perto de cinco milhões por ano e tinha uma folha de pagamento de quase sessenta colaboradores, entre terceirizados e contratados. Os custos realmente eram altos, bem como a certeza de dobrar o faturamento no ano seguinte, e ele cobriria todos os investimentos em pessoal, financiamentos de máquinas novas e capital de giro, captados naquele ano. Foi quando a dois meses do meu casamento, em s

2002. De batalhador das vendas a consultor de marketing bem-sucedido no mercado.

 Me lembro como se fosse hoje: janeiro de 2002. Fui visitar um desses clientes gigantes que me abraçou e, como ele era o diretor da empresa, me perguntou como eu estava fazendo para pagar as dívidas e retornar ao mercado. Eu lhe disse que estava estudando como um louco e aplicando algumas coisas, que aprendi com os livros, em minhas rodadas de negócio, as quais fazia durante a semana. Ele, diretamente me disse: “Tenho um parente que possui uma pequena fábrica, ele está devendo perto de seiscentos mil reais, você não poderia dar uma passada por lá e conversar com ele um pouco sobre as suas técnicas?”. Claro que sim, acenei a cabeça, com um sorriso no rosto. Como era um cliente que eu admirava não podia negar, mesmo porque pensei comigo, será apenas um bate-papo e um abraço no final. Chegando lá na empresa, ele me mostrou a sua estrutura, os funcionários, o que ele produzia e nos sentamos em uma pequena sala, no fundo do galpão da fábrica. Ali ele me apresentou seu problema, suas dívidas

2005. O ano da redenção e da fundação da minha agência de marketing

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 Com o tempo, fui pegando um trabalho aqui, outro ali, o meu mês passou a ser tomado por consultorias em diversas áreas e segmentos, forçando-me a abrir a minha primeira empresa de marketing, em 2005, a “Cappuccino Marketing e Marca”. Quando resolvi entrar de cabeça nesta área, só queria me cercar de pessoas competentes e que fossem formadas no setor. O restante era fácil e eu já estava me acostumando. Em decorrência disso, pedi para a Tati se demitir da empresa que ela trabalhava e assim me ajudar nesta nova empreitada. A minha intenção era formá-la como profissional de gestão de pessoas, empresas e redes, que é hoje em dia. Conheço algumas boas gestoras de redes, mas com a competência dela estou para ver. Ela aceitou o desafio e criamos juntos uma agência com foco em marketing e marca. Por que marca? Pelo simples fato de acreditarmos que uma marca bem desenhada e posicionada é a melhor parceira de resultados daquela empresa. Outro fator digno de menção é o fato de que, desde o ano pa

2006. Crescei e multiplicai-vos parte II, agora é pra valer

 Na passagem do ano tudo indicava que 2006 seria um excelente ano e a retomada como ex-empresário falido era fato. Em janeiro de 2006, recebemos um contato, na agência, de um profissional muito conceituado na área odontológica, dizendo que leu o meu livro e estava interessado em comprar nossos produtos. Marcamos uma reunião na empresa, apresentamos nosso trabalho e fechamos negócio logo em seguida. Estava nascendo ali a maior rede de consultórios odontológicos que já se viu no Brasil. Nossa primeira experiência como rede, relacionamento com licenciados e muito trabalho a seguir. Em um primeiro momento, o dentista, meu amigo até hoje, queria apenas uma revitalização da clínica e que mostrássemos um caminho para que ele conseguisse, através de estratégias de marketing, aumentar sua clientela, treinar seu pré-atendimento por meio das secretárias e um novo visual de marca e modelo de negócio. Pois bem, sentamo-nos e conversamos por horas a respeito do seu setor, que até aquele momento era

2007-2008. Anos em que vivenciei que a expansão de um negócio exige coragem e enfrentamento de desafios

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 Demos um tempo até a poeira baixar e em dois de janeiro de 2007, me reuni como todos os licenciados, na época apenas quinze, pois com a saída do dentista, cinco foram juntos por serem mais próximos, ou talvez por medo de continuar em um negócio que parecia que cresceria a passos largos. E foi exatamente o que aconteceu. Após a reunião com aquele grupo, alteramos algumas regras e reformatamos o negócio, trazendo os mesmos trinta por cento para a agência, dez por cento de reserva para investimentos em negócios no mesmo ramo de atividade, e sessenta por cento para investimentos em marketing, inclusive o de publicidade, para agregarmos novos dentistas ao processo. Todos sabiam que quanto mais pessoas usassem a marca, mais forte ela seria e maiores conquistas em grupo conseguiríamos. Em janeiro de 2008, já tínhamos perto de cento e vinte licenciados. Tudo caminhava bem, as clínicas faturando alto, nenhum problema na operação, o caixa positivo, a marca em muitos canais de rádio e TV espalha