Eu, meus vários fracassos e minhas muitas vitórias

 Eu, meus vários fracassos e minhas muitas vitórias.

Antes de iniciarmos quero me apresentar e contar um pouco de onde eu venho e como fiz para chegar onde estou hoje. Me chamo José Roberto Tessarini Junior, para os amigos e clientes, “Tessa”, para a minha mãe e pai, “Junior”, e para o meu irmão mais novo, “fraca” (apelido carinhoso de fracassado). Sim, eu já fracassei algumas vezes, na verdade muitas, mas muitas mesmo. Nasci no tradicional bairro da Mooca, em São Paulo - capital, um local inspirador, repleto de cultura e uma “italianada” fora de série, de primeira linha. Cursei Direito por algum tempo, mas optei por investir no meu sonho. Sou juventino da Mooca e corintiano sofredor, nem tanto ultimamente. Não curto política!

Faço 48 anos em novembro de 2020 e me sinto completamente realizado, tanto no trabalho quanto em família. Sim, tenho o trabalho e a família que sonhei, posso me considerar um cara de muita sorte. Mas nem sempre foi assim...

O sonho de ser empresário, o qual busco desde criança, não é para ser o maior e sim o melhor em tudo que me proponho a fazer. Me considero um sonhador em busca de pessoas capacitadas (às vezes nem tanto), que acreditem nos meus sonhos e futuro. Sonho em encontrar pessoas que me proporcionem uma visão de como os negócios devem ser executados, para crescerem bem e em escala global. Depois de adulto eu procurei copiar modelos de sucesso, como o de Jack Welch, Warren Buffet, Jorge Paulo Lemann, assim como de outros no Brasil e no mundo, todos sonhadores como eu.

No texto a seguir, perceberão que “pulo de galho em galho” tentando sobreviver, isso acontece, mas dá para continuar e chegar lá, pois são caminhos naturais de todas as pessoas que chegaram lá. Nessa “coisa” de sonho você estabelece uma direção, segue e vai em frente. Às vezes não dá, mesmo assim continue em frente!

Certo dia li uma matéria do Jorge Paulo Lemann, em um almoço com o Elon Musk, que é o sonhador da atualidade, em que por volta das 14h ele, Musk, levantou-se da mesa e disse: “Vou ter que voltar para a TESLA, para resolver um problema de produção. Vou voltar para termos certeza de que vamos preencher as cotas de produção do dia e, se não funcionar, eu vou dormir lá!”. Este é o espírito de que tanto falo.

Em 1988, eu acreditava que seria presidente de banco, pois comecei a trabalhar muito cedo em um desses grandes bancos privados. Fiquei por lá durante quatro anos, recebi algumas promoções e um belo dia me deram um adeus e boa sorte.

Tive alguns trabalhos que antecederam o do banco, como o de balconista em uma farmácia, a famosa “Droga Neusa”, do Sr. Waldemar Pupo Ferreira, meu primeiro mentor e quem me ensinou, durante três anos, coisas do dia a dia que aplico até hoje em minhas empresas.

Comentários